#11

Publicado: 18 de maio de 2012 em Uncategorized

Os introvertidos possivelmente seriam os maiores gênios da humanidade se não fossem o temor do comum. Não faz sentido? Eu sei, pensei nisso recentemente, revendo alguns casos com assassinos e/ou pessoas que foram consideradas totalmente perturbadas ou que estariam fora de si, passando pelo caso realengo, um assassino nacionalista que prega contra imigrantes na europa e uma mulher que vai à lojas de ferraria sem roupa, com exceção talvez do primeiro caso essas pessoas tinham total conciencia do que estavam fazendo e os psicólogos não conseguiram atestar que estavam loucos.

Agora voltando àos casos de assassinos, o matador de Realengo  tornou-se um pária por mias de uma semana, pois midia, psicologos e governo precisavam justificar porque um jovem, pacato trabalhador entrou em uma escola com um unico motivo, matar. Lembro que na época ele tornou-se rapidamente conhecido por seus videos que tinham uma total conotação religiosa, como de alguém que tem uma missão, entretanto por algum motivo nenhum religião queria ter de justificar os atos do rapaz, concordando em unissom que o que ele havia feito “jamais” teria ligação com religião alguma, o engraçado é que esporadicamente somos apresentados à aluma noticia de algum grupo religioso extremista defendendo seu territorio e ideias com vidas, de si mesmos ou de outras pessoas.

Possivelmente u já havia escrito algo sobre isso aqui no fórum, mas a pelada na ferraria acabou trazendo o assunto de volta. Toda a vez que alguém age de forma “incomum” ou inusitada logo é condenado ou julgado por toda a sociedade, todos sabemos que alguém quase foi para a fogueira por dizer que a terra gira ao redor do sol, mas por algum motivo, na sociedade “evoluida” e desenvolvida em que vivemos, continuamos a caçar bruxas com tochas e pedaços de pau, não importa qual é a real culpa do acusado, mas sim que o mesmo é culpado.

No final das contas pode apenas ser uma senhora naturista, ou alguém precisando de atenção, mas ainda assim perseguimos todo e qualquer um que tenha um comportamento avesso à sociedade, e regularmente temos 2 comportamentos padrão, “junte-se ao rebanho” ou “fora daqui”, aí voltamos aos assassinos, talvez, disse apenas talvez, estejamos entrando em uma nova época de caça as bruxas, pois a cada momento a tecnologia nos distancia um pouco a mais uns dos outros, ainda nos acreditamos conectados, ainda mais do que nunca.

Mas essas pessoas continuam pensando por si só, em algum lugar, talvez elas devessem ser ouvidas ou entendidas, não interpretadas. Estamos criando anjos, demônios e monstros dia-a-dia, mas não sabemos aonde, talvez eu já seja um, ou mesmo você que me lê, seja um pouco diferente dos outros e esteja arriscada a fogueira. Seria muito interessante se aprendêssemos a aceitar as diversidades e tornarmo-nos conciliadores, não é necessário aceitar toda e qualquer extravagancia, mas saber da fonte de onde vem essa extravagancia,  e se ela é tão insando quanto dizem, ou racional demais para que a maioria entenda.

#10

Publicado: 15 de maio de 2012 em Uncategorized

Lendo uma reportagem interessantíssima com Robie Bach (gerente da divisão de entretenimento da Microsoft) sobre como foi para ele o desenvolvimento desde o Zune até o Xbox algo ficou muito bem definido, algo que é importante para qualquer pessoa, não importa o quanto uma idéia é boa ou quanto é gasto para que dê certo, é necessário trabalhar uma ideia ao máximo, até que as coisas comecem a dar certo.

Infelizmente para o Robie, as idéias dele dependem muito de algo que tem dos aparelhos(como o Zune ou Xbox), algo que demanda muita atenção tecnica e possvelmente pode carecer de uma visão do usuário, não é como um livro, uma revista, um programa de tv, ou um podcast/videocast, que você demanda uma certa atenção de um numero de pessoas ainda na casa de dois digitos para finalizar.

Robie começou com o Zune, que para quem não saber era um suposto concorrento do iPod em sua época dourada, naquela época a visão da coisa seria mais ou menos assim “poxa esses caras fizeram isso e deu certo, vamos fazer algo semelhante com a nessa marca e será melhor”, algo que não deu certo, e normalmente não dá certo, é absolutamente comum ter idéias que são fortemente influenciadas por outras idéias ou pessoas, mas o problema começa a surgir quando ainda é visivel que você está apenas envergando as idéias dos outros, quando não há nada seu ali, esse foi o principal motivo do Zune fracassar nauqela época, posteriormente ele recebeu algumas atualizações que o permitiriam que ele tivesse algum diferencial do concorrente sem parecer um produto inferior, mas aí a imagem do produto da Microsoft já havia sido maculada.

Quando o Xbox surgiu com conceitos parecidos, mas para um público diferente, com idéias diferentes. Na época em que o console da Microsoft surgiu, a banda larga não era tão difundida quanto hoje, então os consoles vinham ou poderiam ter um modem deial-up para fazer o intermédio entre o jogador e a rede, mas dificilmente seria algo considerado de alta qualidade, e que normalmente geraria experiencias bem inferiores ao que temos hoje em dia, já nesse ponto algo foi mudado, os jogadores estavam muito acostumados a jogar qualquer coisa em casa com os amigos, tanto que na época se popularizou muito a idéia de quatro pessoas jogando simultaneamente usando o mesmo console, algo que foi definido na época do Super Nintendo e enfatizado com o Nintendo 64, agora o que tudo isso significa? Transmutação de idéias, apenas neste ambito, o Atari permitia que duas pessoas jogassem o mesmo jogo com controles diferentes, mas um a cada vez, na minha infancia jogavamos “golzinho” que eu ou meu amio ficavamos no gol, e quando 4 bolas fossem defendidas nós trocavamos, isso motivado por falta de campo e gente pra jogar, o que no Atari funcionava devido a limitações de hardware/design. Posteriormente com Mega Drive/Super Nintendo, era muito comum que duas pessoas jogassem simultaneamente uma contra a outra, o que consumia muitas tardes da minha vida na pré-adolescencia em que faziamos uma roda com 10 garotos e quem vencia continuava jogando e quem perdia passava o controle, ainda passamos a bola para o próximo mas dessa vez 2 já podiam jogar simultaneamente! Naquela mesma época já existia a posibilidade de 4 pessoas jogarem simultaneamente, mas isso foi enfatizado na geração posterior, e posteriormente alguem pensou “ah, e se eu pudesse jogar com o meu amigo sem sair de casa?” isso já era comum nos computadores devido a falta de suporte a controle em muitos jogos e a existencia da internet na época, mas era incomum no console, e foi feito, e mais uma vez alguem disse “ah, ess ejogo é legal mas eu queria algo mais interessante e com mais pessoas” e bum! Mais uma mudança, a integração com a banda larga. Desculpem o exemplo nerd mas isso faz sentido para mim, tentemos com a roda. Uma pedra de certo formato rolava melhor, algumas pedras fram perfuradas e usada para auxiliar no transporte de coisas pesadas, percebeu-se que o formato esférico era um melhor para rolagem e que não era necessárias pedras mas “rodas”, pessoas puxam corroças com rodas presas à sua base, as pessoas se cansavam demais “coloquem os animais no nosso lugar”, os animais aonda se cansavam “coloquem uma maquina para dar tração, essa roda permite muita velocidade isso já pode nos lançar bem alto, e se unissemos isso à asas “nasce o avião”.

Podemos ter feito duas viagens cansativas, mas veja, nos dois casos anteriores a aceitação foi maior porque algo foi melhorado ou adicionado à idéia anterior, se alguém tem uma boa ideia isso é muito bom, mas se você pudesse mudar algo o que faria? Talvez os inventores não sejam criadores e sim, “melhoradores”.

#9

Publicado: 14 de maio de 2012 em Uncategorized

Influenciador de tudo aquilo ligado a humanidade tanto quanto a politica e a religião…pensando bem até mais, o amor ou a falta dele muitas vezes é a força motriz, para tudo, desde o amor à aventura que faz um homem levar algumas naus até lugares desconhecidos do globo, até uma pessoa que mata a si mesma e a pessoa “amada” para que ambos não possam viver separados.

Atualmente existe uma linha, não diria de pensamento, ou filosófica, mas de pessoas que começam a acreditar num amor que possa ser dividido igualmente entre duas ou talvez mais pessoas, mas não falo do amor fraternal de irmãos ou de amigos, nem mesmo do amor que temos aos nossos pais, mas do eros o amor por um parceiro(a). Com tanta gente anunciando aos quatro ventos que não existe um parceiro(a) ideal, que ou a pessoa ideal, está casada, enamorada, morta, distante ou possui outra orientação sexual, a suposta solução poderia simplesmente desapegarmo-nos de nossos conceitos monogâmicos e abraçar a possibilidade de nos relacionar com mais de uma única pessoa.”Uhulll alegria, é todo mundo de todo mundo”, é o que muitos diriam sobre uma relação poligâmica, mas invariavelmente não segue nessa direção, pois saímos do campo de ter uma “outra pessoa” às escuras, sem que nenhum dos companheiros saiba que temos outra pessoa, ou mesmo que estes saibam da outra pessoa, mas que ele possam coexistir no mesmo ambiente de uma forma amistosa, de uma maneira coletiva, não para fazer um ménage todas as noites (nada impede, mas se esse for o objetivo talvez não seja amor o nome do sentimento motivador), mas porque um dos membros tem a necessidade de estar próximo das pessoas amadas.

Atualmente temos uma legislação que criminaliza uma relação não monogâmica, o que é adequado em qualquer país que não seja laico, até mesmo causando estranheza a mim porque este tipo de restrição existe em países em que a politica é fortemente influenciada pela religião, mas invariavelmente este é um tipo de relação que transita entre o caótico, “pecaminoso” e solucionador de problemas. Pense em todos os problemas que você tem com uma namorada, com as TPMs, os chiliques e o consumismo, ou pense naquele mané que passa o domingo inteiro vendo/falando/jogando futebol ou algo que o valha, e ainda aparece regularmente para te tirar do sério, elevar essas situações ao quadrado não parece um bom negócio para ninguém. Outro caso, você tem vontade de fazer sexo, mas seu companheiro (a), não está afim/disposto/animado, você tem a outra pessoa J ou se todos estamos dispostos teremos um maravilhoso ménage, pense em ganhar um presente e você terá o dobro, pense naquele momento depois do sexo em que alguém dormiu e/ou queremos conversar, teremos muito assunto ou alguém pra conversar, se falta alguém que valha a pena aí fora, essa pessoa também poderia valer a pena para você. Mas invariavelmente, essa relação não seria bem vista porque foge da rotina e do comum, muitas vezes vocês serão os últimos sobreviventes de Sodoma, apenas por amar demais, almoço em família, estranho, talvez você tenha o seu pequeno paraíso, mas é bem provável que este paraíso seja totalmente privado, se você encarava ciúmes duplique isso na maior parte do dia e octuplique em situações atípicas, e ainda assim pode ser só o começo.

Existem diversos caminhos, algumas pessoas podem trilhar apenas um, outras podem trilhar alguns deles, como seria trilhar esse caminho com alguém te dando apoio e amparo após cada queda? E como seria ter pessoas ao seu redor que pudessem lhe ajudar a se reerguer a cada queda? Os caminhos podem ser diferentes, ou os percursos diferentes, se bem acompanhado no poliamor você pode estar vivendo praticamente uma utopia, mas será muito mais tempo dedicado a conhecer pessoas que talvez você nunca conheça, uma só seria mais fácil, e, se o dito popular diz antes só do que mal acompanhado, ter duas pessoas inadequadas perto de você não irá só joga-lo para baixo, mas também jogar algumas pás de terra. No final das contas eu não disse nada, mas é como uma filosofia, pode ser tudo o que precisamos para completar nossa existência, ou uma ideia estupida que deveria ser no mínimo ignorada.

#8

Publicado: 9 de maio de 2012 em Uncategorized


Muitas vezes é dificíl saber em quem acreditar, se na maioria das pessoas de um grupo influente ou em uma pessoa desconhecida qu diz tudo aquilo que queremos, ou não queremos ouvir.

Esse cara diz tudo aquilo que muita gente quer ouvir, não porque já sabiamos disso e precisavamos de uma confirmação, kkk. Temos ouvido muito do mesmo por muito tempo, mas e se tudo aquilo que disseram para nós sobre o ser humano estar destruindo o planeta não for verdade, não somente com esta entrevista do Jô mas antes daqui, já havis visto pessoas que concordavam que o planeta estava modificando a si mesmo independentmente dos humanos, porque a natureza sempre tem seus próprios caminhos e formas, mas por algum motivo acreditamos qe conhecemos a natureza e podemos modifica-la…Ela sempre terá sua própria maneira de fazer as coisas.

Esta entrevista me lembra o trecho de uma das músicas do Emicida, em que ele clama “quem ganha mais com a miséria? Os politícos, o Datena ou o RAP?”. E ness ponto pergunto eu, quem está ganhando mais com essas mentiras? Os governos, a indústria ou os ambientalistas?

#7

Publicado: 9 de maio de 2012 em Uncategorized


Algo interessante, não tanto porque no final das contas pode ser considerado mais do mesmo. No vídeo acima uma empresa X vem com um conceito totalmente inovador e libertador que fará de 1984 outro 1984. É disso que precisamos anualmentente, mensalmente, talvez semanalmente, algo que nos balance, nos acorde, que dê aquele “tchan” na nossa vida, entretanto, a mesma empresa responsável por esse excelente comercial tem mantido por bem, por mal ou por obra do unicórnio rosa uma massa cativa de seus produtose seus conceitos, que não são inovadores desde 2008 quando houve uma pequena revisão no seu produto carro chefe. Sim eu sei que pareço umanti-qualquer-coisa e sei que novos paparelhos foram lançados até mesmo com “novas propostas”, mas nesse ponto não estamos falando de hardware diretamente, nem se essa plataforma tem resolução tal e aquela tem resolução tal, mas sim o que isso tem feito pelo seus clientes.

Hoje eu vejo um grupo semelhante à aquele do comercial, eles não estão cultuando uma tela com um homem ensandecido dizendo sejam isso e façam aquilo pois somos melhores e felizes. Mas porque existe um grupo de pessoas que acredita no status e nas mil utilidades de um produto que simplesmente não existia anteriormente. O produto mencionado não veio sanar nossas necessidades, ele preencheu algumas lacunas enquanto tornou-se uma necessidade e para algumas pessoas um troféu pessoal, de cultura e riqueza talvez.

Não estou pregando aqui para que todos os felizes donos do aparelho desfaçam-se dele e tenham hábitos iguais aos hábitos de nossos avós, nesse ponto em que estamos isso poderia ser uma loucura, mas que avaliem o que vão adquirir daqui para frente, pois é bem provável que vocês etejam aceitando de bom grado algo que unca precisaram ou precisariam, mas simplesmente deixaram a mídia manipula-los, direta e indiretamente.

#6

Publicado: 30 de abril de 2012 em Uncategorized

Esse post é motivado por um podcast que acabei de ouvir. Acho engraçado o quanto o consumismo, protecionismo e a ganancia andam lado a lado diariamente, que somos todos brasileiros filhos de Deus (ou do evolucionismo) todos sabemos, e também sabemos o quanto é complexo saciar nossa sede consumista, já que um simples iPhone 4S 16GB custa 2400R$ por aqui e na terra do tio Sam uns 600$. Aí tu me fala, “ah mais um pra reclamar do preço de um telefone, enquanto tem um monte de gente morrendo de fome no nordeste e morando nas ruas em praticamente todas as cidades”, sim vou, por um simples motivo, a ganancia e protecionismo tem motivado tanto o iPhone quantoa fome no nordeste, aqui eu vou ligar um prisma porque temos todos os lados a ver.
Primeiro o principal, a questão social, tem gente morrendo sim no nordeste e gente passando fome com feria inchada e inflamada nas ruas de muitas cidades, e porque? Porque estas pessoas não são vistas ccomo importantes, eu e possivelmente a maioria de vocês já cansou de ver reportagens em que uma pessoa da ciadade x no interior do nordeste tinha que andar por horas diariamente simplesmente para buscar agua, essa pessoa com certeza mora fora das grandes capitais, o que é um fato, e por acaso na maioria das vezes não tem condições de ir para uma cidade maior. Mesmo vendendo a casa, a mula e o terreno o cara continua sem conhecimento e sem dinheiro, suponhamos que, existe um grupo de pessoas que aspira governar uma região, esse aspiras procurarão a parte economicamente mais importante da região, pois alí haverão mais pessoas que poderão firmar alianças bilaterais com o aspira, o que gera benefício muto para ambos e mais votos par ao primeiro.Por algum motivo que eu desconheço a politica existe apenas neste modelo, “eu” nunca vi algo que fosse muito além destas linhas, porque todo o aspira vai a um lugar fazer propostas que beneficiarão um grupo de pessoas (quanto maior o grupo melhor), e caso existam grupos menores ou de menor importancia na mesma região, eles são sumariamente ignorados. Isso é algo que poderia mudar, hoje existe um acordo interessante entre o governo e as companhias de telefonia móvel para que, caso forneçam serviços para uma região mais rica, obrigatoriamente terão de fornecer para uma mais pobre, algo que faz muito sentido em ser utilizado para empresas fornecedoras de luz elétrica e água, talvez a familia que vive alí não possa pagar para ter esse benefício, o que geraria uma necessidade por algo que eles não tem? Fale-me mais sobre o quanto não importa saneamento básico. Se essa familia não puder pagar pela energia elétrica temos um “tudo bem” aí, tudo bem por não ser uma necessidade extrema mas que eles poderiam ter com uma forcinha do governo, se e apenas se, eles já não receberem bolsas do governo.
O morador de rua é algo que poderia ser fácil de lidar, convide-o, já que nem todos que são moradores de rua fazem grandes esforços para deixarem de se-lo, á estudar e terminar o ensino básico/médio isso faz uma razoável diferença, não porque todos os que terminam o a primeira fase academica tornam-se instantaneamente bem sucedidos, mas porque dá as pessoas um maior senso de integração e uma quantidade miníma de cidadania, ajuda-os a buscar por degraus mais altos, não vou dizer que o ensino oferecido pelo estado forma pessoas capazes porque isso é no mínimo uma heresia, aquele que tem mais sucesso é o que se forma e se dedica mais ao lado academico, o estado forma diariamente analfabetos funcionais simplesmente para readequar estatísticas e colocar um novo aluno no lugar do anterior. A lenda de muitas cidades, pelo menos em São Paulo é um assunto sem resposta, habitação, muitas pessoas não tem possibilidade alguma de pagar um aluguel e muito menos de comprar uma casa, o programa minha casa minha vida tem feito muito por uma parcela da população que não beira a pobreza, para queles entre a pobreza e a miséria a condição continua na mesma, o que faria então por um morador de rua? Existem sim albergues, que muitas vezes não tem vagas para todos, existem aqueles que não se acostumam com albergues, para esses voltamos ao passo da educação, mas para outros simplesmente não é possível. Criar mais albergues em algumas cidades não custaria praticamente nada da verba municipal, o que tem faltado?
Ah o consumismo, nada faz mais milagres pela tecnologia do que a guerra e o consumismo desenfreado. Um iPhone faz parte das necessidades básicas? Não, está muito longe disso. Um iPhone é tão útil assim? Talvez, se estiver nas mãos de alguem que queira torna-lo algo útil e não só um acessório caro. Não falo aqui só do iPhone como de outros produtos eletronicos que são ultrafaturados sem nenhuma motivo aparente. Todos os produtos são taxados de acordo com a sua utilidade para que os impostos sejam revertidos em benefício à população…Desculpem eu ri muito aqui escrevendo isso. Isso é parcialmente verdadeiro, algo tem me incomodado desde o ano passado, quando há muitos anos atrás muitos dos impostos cobrados sobre os micrrcomputadores e posteriormente notebooks, havia um motivo, inclusão digital, o que para muitos é muito bom e para alguns é motivo de mimimi em qualquer lugar já que agora “toda” a população tem acesso à internet. “Toda” a população é um indice real, o que incomoda muita gente nessa “toda a população” é a qualidade da internet oferecida, e isso me parece mais um daquels acordos entre o governo e as prestadoras que visam unica e exclusivamente o lucro, ou algumas pessoas em sextas-feira 13 as 3:33 ou 13:33. Mas no caso do iPhone, que muitas empresas fornecedoras de telefonia móvel culpam pela necessidade de melhorar a infraestrutura (pois é, não é só gente como a gente que reclama em ter que fazer mais do que está fazendo agora) é necessária uma rede mais ágil que num primeiro momento é uma bobagem para jovens mimados, mas que pode ajudar aquela galera “toda” mencionada anteriormente a ter uma internet melhorzinha. Só que este investimento numa melhora faz com que essa empresas de telefonia lucrem menos, e aí voltamos ao iPhone de vez. Quanto custa um iPhone 4S 16GB na terra do Pelé? 2400 dilmas, e na terra do tio Sam? Sem contrato de fidelização que é muito mais comum lá do que aqui uns 600 obamas. Agora ok vamos às continhas, façamos de conta que cada 1 obama valha 2 dilmas, então o tal iPhoe custaria 1200 dilmas, coloca aí 40% de imposto em cima umas 1700 dilmas, e façamos de conta que a galera gasta 100 dilmas por iPhone com logistica, 1800. Engraçado, quer dizer que eles lucram “apenas” 800 dilmas por iPhone, não é um absurdo né? Aí eu digo não é muita coisa pra você porque em uma tv de LCD com as frescuras comuns essa galera lucra umas 100 dilmas, “ah mas é questão de mercado”, pode até ser questão de mercado mas temos mais tvs que geladeiras no Brasil, tem o mesmo mercado para ambos, porque os varejistas faturam aproximadamente 700 dilmas (esses valores eu joguei como se fosse realmente tão caro e dificil importar o aparelho, e foram arredondados nas contas eu sei que daria uns reais a menos)? Isso pode ser uma questão de mercado mas eles estão tirando muita grana dos nossos bolsos, aí alguem fala “ah mas tem muito imposto”, eu concordo mas você acha que se o governo cortar metade do imposto:

a) O valor será readequado e o mesmo iPhone custará 2260 dilmas.
b) Os varejistas passariam a lucar metade e o aparelho custaria 2050 dilmas.
c) Num momento místico e mediúnico tanto o governo quanto os varejistas lucrariam metade fazendo o santo iPhone custar 1800.
d) Eles estão pouco se f%¨& e você que compre assim mesmo ou se vire.

O valor na melhor possibilidade ainda é caro, mas está mais próximo de algo aceitavel, eu não compraria em nenhuma possibilidade, por 600,1800,2050 ou 2260, mas é interessante ver o quanto de dinheiro alguns grupos conseguem tirar de algo tão simples, e isso não é revertido em nada aparentemente, o varejista pega o seu dinheiro e põe no bolso, não é errado mas eles são uma empresa privada que quer e vai fazer tanto dinheiro quanto for possível, já no lado do governo, perceba que apenas um iPhone gera quase 500 reais de lucro, isso é quase um salário minímo, e é um tipo de produto que não prejudica em nada o mercado local, ou o estado como um todo porque, não utiliza nenhum serviço público já que a logistica fica para o varejista e não prejudica nenhum fabricante local porque passamos muito tempo sem fabricar iPhone e este modelo ainda não é fabricado no país. É sim um produto que compete com os fabricados legalmente no país mas é algo que não temos nacionalizado, então não é tanto uma questão de mercado nacional contra estrangeiro mas de uma possível nacionalização do produto que poderia ser buscada pelo governo, já que se oste modelo fosse fabricado por aqui o governo arrecadaria praticamente o mesmo da empresa e o valor poderia ser reduzido em até 30%(acredito que em 15% mas sonhar é de graça). Ou seja independente do que façamos ou podemos decidir fazer os que lucram sempre vão lucrar mais e o consumidor vai entrar pelo cano.
Agora uma rápida só para comparar com um caso átipico (ou deveria ser), foi lançado recentemente o console portátil PS Vita da Sony, que não é fabricado no país mas passa pro um processo de nacionalização com caixa e manuais em portugês, além dos menus do aparelho e alguns jogos terem o idioma português (mesmo que seja o de Portugal). O pacote comercializado no país foi lançado nos EUA por 300 dólares, e custa no Brasil apenas 1600 reais, mesmo aplicando a taxa de conversão de 1 dólar para cada 2 reais mais 60% de impostos e um custo de 20% com nacionalização e logística levariam a algo próximo de 1100 reais, mas esse infelizmente é o preço praticado pela empresa responsável do produto o que inviabiliza acordos com o varejo, mas podemos voltar a tecla da fabricação local, o que pode dar em nada, mas como todo o bom brasileiro vou ser obrigado a me f%$#@ e esperar o próximo carnaval.

#5

Publicado: 9 de abril de 2012 em Uncategorized

Muito da nossa querida cultura pop, ou mesmo do nosso cotidiano tem sido adquirido da cultura norte americana (interprete copiado descaradamente e adaptado sempre que possível), um fato interessante é que a maioria dos filmes, séries e música que conhecemos vem enlatados da terra dos nossos camaradas gringos. Mas algo tem me preocupado recentemente, façamos de conta que quatro pessoas começam a correr, o primeiro corredor sabe de onde está vindo, para onde está indo e o porquê, o segundo corredor não corre tão bem, mas começa a seguir o primeiro e cai no meio do caminho, questionando-se do porque da queda, um terceiro pergunta ao primeiro para onde ele vai, mas apenas isso, não corre, e o quarto por ter ouvido a informação dada ao primeiro começa a correr loucamente para passar do primeiro, ele o ultrapassa e esbaforido não tem a mínima ideia do que fazer a partir dali. Tenho visto muito disso durante toda a minha vida, que no exemplo do corredor o 1º era o país norte americano com as estrelas na bandeira e o 4º como sempre nós em ultimo, o interessante é que, depois de tantos anos seguindo por um rumo tortuoso, depreciativo e suspeito, mas ainda assim de sucesso, começa a aparecer um buraco nesse belo “paradigma”, pois os americanos que “sempre tiveram” as melhores produções de cinema do mundo passam por um miasma em que faltam bons roteiros originais, obrigando-os a fazer versões de histórias já conhecidas ou ocasionalmente uma ou outra sequencia de uma série já existiente (de vez em quando consagrada não se sabe por que nem por quem).
A nação do sonho americano não vive mais um sonho americano porque tudo que ele e nós queremos é fabricado na china, mesmo sendo superfaturado lá e ultra faturado aqui, hahaha, os dados já foram jogados, dia-a-dia um deles deixa de trabalhar porque quatro chineses tomaram seu lugar. De uma sabedoria tão conhecida que os próprios admitem que há um problema no ensino, o que é possível já que os filmes que conhecemos deles normalmente não valorizam os pensadores ou estudiosos e sim os mais bravos guerreiros, mas em tempos de paz…eles podem trabalhar no Mc Donald’s imagino, inteligentes a ponto de fazer versões de séries e filmes já existentes com uma linguagem mais direta e explicativa para, como se diz…não perder tempo pensando.
Pois é, espero que aquele quarto corredor descubra para onde ir, pois se continuar seguindo o primeiro, ambos vão ter muitas dificuldades em breve.

#4

Publicado: 8 de abril de 2012 em Uncategorized

#3

Publicado: 29 de setembro de 2011 em Uncategorized

Hoje de manhã, antes de sair para o trabalho vi parte de uma matéria em que a Ana Maria Braga. mostrou alguns casos de abuso sexual doméstico.No decorrer da reportagem foi mostrado o caso do pai que trancafiou a filha no porão e a usou como escrava sexual por 30 anos e alguns casos semelhantes, decorridos no Brasil.e tudo isso foi iniciado por uma garota de Bauru que foi vitima de abusos sexuais do pai, e relatou ainda que “o pai” em questão já havia abusado de uma cunhada e também do filho menor de 9 anos, isso realmente me deixou emputecido, já que não fosse somente a falta de caráter em abusar de sua filha e cunhada também do filho menor.mas aí vem a parte interessante, esta filha havia relatado a mãe o acontecimento aos 11, e depois aos 15 anos e ela teve como resposta um “há vou conversar com seu pai”, e no segundo momento “um deixa pra lá”, deixa pra lá é um pouco complexo já que o corpo e a mente em questão não eram os dessa mãe que eu diria no minímo, uma progenitora incompetente, amante inútil, mulher acomodada e fraca, e ser humano mau caráter.
Mas se uma mãe pode ser cumplice de algo assim…por que a mãe não poderia ser em ao invés da cumplíce, a culpada?Lembro já há alguns anos quando o Orkut ainda era novidade, que havia um grupo de pedófilos na internet que possuía integrantes mulheres, uma margem minima, pela gravação seriam duas em vinte ou trinta membros.Mas acho estranho que nunca tenha ocorrido a ninguém ou não tenha vindo a mídia o caso em que uma mãe ou uma tia abusa da criança.Me recordo agora de uma novela da globo em que um personagem qualquer estava em um divã narrando o momento em que sofreu abuso da empregada, me chamou a atenção que tanto a empregada do personagem quanto os pedófilos e estupradores que vem a mídia são sempre pessoas de “má índole”, ou pessoas que não tem uma boa aparência, e raramente ou nunca, mulheres.
os meios midiáticos vem a público cokm notícias que considero chcantes e/ou importante, mas ao mesmo tempo criam um contexto em que o expectador não se atenha aos detalhes, tudo vem mastiga e muitas vezes(na maioria delas) as pessoas aceitam aquilo que foi passado como verdade absoluta.
Neste ponto acabei me dando conta disso com base no caso de abusos sexuais, um tipo de crime que deve condenar com certeza seus culpados, mas nos tempos de hoje a parte de quem é culpado é mais tenuê que o tom da apresentadora.
Jogador de 21 tem namorada de 15, é pedofília?Talvez.
Tia de 30 anos inicia sobrinho de 12 em sua vida sexual, isso seria um crime?Pergute à tia, ao garoto naquele momento e ao mesmo dalí 10 anos, pode ser questionável.Existem muitos contos eróticos na internet neste contexto, eu não duvidaria que 0,001% disso seja verdade no final das contas.
Garota de 15 tem namorado de 30?Claramente pedofília, mas se a garota, o indivíduo, a mãe, bla bla bla concordam, e levarmos em consideração os jovens do sexo masculino atualmente…se eu estiver em um metrô ou onibus e um desse malditos ligarem o celular achando que são DJs do coletivo, talvez eu desse razão para a moça.
Cuidado senhores, a verdade não é tão simples quanto parece.

#2

Publicado: 19 de setembro de 2011 em Uncategorized

A absurdamente comico o momenrto em que vivemos devido as tecnologias moveis,se por um lado a amioria das pessoas não tem um pingo de paciencia para se dedicar à um hobbie que necessite de mais tempo e atenção(como música, e principalmente música), os dispositivos móveis vem criando possibilidades que em primeiro momento seriam apenas uma curiosidade para leigos ou um quebra galho para os profissionais, mas já passou do momento deste conceito ser revisto.Acabei de ver um vídeo sobre o sketchbook da Autodesk para duispositivos móveis e é incrivel ve-lo funcionando em um tablet pois passa a mesma impressão de alguem desenhando em uma (hã…, malditos nomes comuns)tablet própria para desenhos, e os recursos demonstrados não são nenhum Corel mas ainda assim já da inspiração para diversos conceitos, e até mesmo artistas.Eu comecei falando sobre música mas não é de hoje que existem pessoas que conseguem fazer música de formas que seriam consideradas pouco ortodoxas, improváveis ou até mesmo hereges, como criar música a partir de um cano, ou das batidas do pé no cascalho, e novamente temos os dispositivos móveis que tem uma séria de “instrumentos” virtuais que reproduzem sons muito semelhantes aos instrumentos reais.

Então saimos de uma perspectiva em que teriamos uma banda de garagem, juntando instrumentos, artistas e recursos na no tão afamado lugar para criar em qualquer lugar, talvez ainda seja um pocuo vergonhoso gravar um música no meio de um trêm, ou não seriamos ainda bem vistos por improvisar um solo de guitarra num smartphone as cinco da tarde num onbis qualquer, mas ainda assim os recursos estão nas mãos de todos nós todos os dias.

Os dipositivos móveis estão criando uma revolução em que á qualquer momento veremos pesoas reunindo-se em uma praça qualquer para trocar idéias e conteudo artistico produzido a partir de dispositivos móveis, talvez já existam bandas que tocam por aí somente com seus I-trecos eainda não vieram à luz da fama por ainda serem nerds demais para o grande público.

Eu vejo mudanças senhores, o mundo mudará nos próximos 5 anos de uma forma que não foi vista nos últimos 25.